Grande incômodo para as mulheres, o transtorno disfórico pré-menstrual é um conjunto de sintomas clínicos que atinge 75% das mulheres de 3 a 21 dias por mês. Diferentemente do que reza a lenda, a TPM (como o mal ganhou notoriedade) ou TDPM (abreviação precisa) não se deve a oscilação dos hormônios estradiol e/ou progesterona, mas sim a brutal variação de serotonina intra-cerebral.
Neurotransmissor, a serotonina encontra-se em maior concentração nos intestinos – daí a freqüência de prisão de ventre durante a TPM. Porém é no cérebro que a oscilação de serotonina tem maior repercussão. Variação de humor, irritabilidade, depressão, compulsão por doces e chocolates e crises de choro são alguns dos sintomas do transtorno disfórico pré-menstrual.
A prática de exercícios físicos e de relaxamento podem aliviar os sintomas da TPM. Ioga e meditação aumentam a oxigenação cerebral, equilibrando a produção de serotonina. Beber uma taça de vinho tinto, diariamente, no período pós-ovulatório, tem se mostrando benéfico.
- O vinho, assim como o azeite, é rico em polifenóis, substâncias que são poderosos antioxidantes – afirma o endocrinologista Tércio Rocha*.
O médico alerta que o cigarro pode agravar os sintomas da TPM, já que o tabaco diminui ainda mais a oxigenação dos tecidos do organismo e piora a concentração de serotonona cerebral.
A alimentação também pode contribuir para o agravamento da TPM. A substituição do leite de vaca pelo leite de soja, a diminuição do consumo de carne vermelha e evitar beber café são algumas das recomendações de Tércio:
-- Beber bastante água, manter atividade sexual e sono regulares também são muito importantes.
Aproximadamente 25% das mulheres sofrem de descontrole emocional completo. Igual percentagem nada sente neste período. São aquelas cujo metabolismo de serotonina cerebral não altera a concentração.
Para Tércio Rocha, a micronutrição de compostos ortomoleculares é vital no controle da TPM, assim como a associação de ortomoleculares a fitoterápicos que favoreçam a produção de serotonina.
O TPM Free é desses compostos que somam ortomoleculares a fitoterápicos. Ele produz o renivelamento da serotonina intra-cerebral e a estabilidade das membranas dos neurônios. Assim, bloqueia-se os mecanismos que provocam cólicas e inchaços e há um controle total da compulsão por doces.
-- Tenho indicado para pacientes com muito sucesso. 90% das usuárias de TPM FREE relatam o desaparecimento completo dos sintomas – diz o endocrinologista Tércio Rocha.
Atualmente, um número crescente de ginecologistas prescreve o TPM Free como primeira opção de tratamento. Afinal, não tem contra-indicação, não causa -alergias e deve ser tomado diariamente. Além disso, o tratamento pode prolongar-se por tempo indefinido, sem danos à paciente.
-- Foi quando psiquiatras, neurofisiologistas e ginecologistas concluíram que a causa da TPM era a oscilação do nível de serotonina que houve uma mudança radical na procura por soluções — atesta o médico.